Este mapa representa uma provável reconstituição
dos tipos de vegetação que revestiam o território
brasileiro na época do seu descobrimento. A provável
extensão de cada um deles, classificados em Regiões
Fitoecológicas e em Áreas de Vegetação,
foi estimada, em primeiro lugar, com base na bibliografia fitogeográfica
reconhecida como a mais autêntica a confiável,
no levantamento dos remanescentes da vegetação
natural e nos trabalhos de campo. Nessa delimitação,
foram ainda utilizados os parâmetros ecológicos
que puderem ser medidos, como as isolinhas dos dias secos, obtidos
através dos diagramas ombrotérmicos, indicadores
da relação umidade/temperatura, cuja reação
fisiológicas se reflete nas formas de vida das plantas
que prevalecem em cada ambiente, bem como os parâmetros
registrados nos sensores remotos que evidenciam o relevo, a
hidrologia, a litologia e a cobertura vegetal. A introdução
dessas técnicas modernas de mapeamento permitiu chegar-se
ao que pode ser considerado a aproximação mais
precisa dos limites da vegetação pretérita
do nosso território. Assim obtido, esse mapa mostra as
regiões fitoecológicas e as demais áreas
de vegetação com seus respectivos grupos e subgrupos
da formação remanescentes. Sobre a base colorida,
há ornamentos que indicam a existência de antropismo,
representados por vegetação secundário,
reflorestamento, pastagens e tratos agrícolas de ciclo
curto e longo.
Nesta edição, algumas regiões fitoecológicas
passaram por revisões quanto a delineamento e conceitos,
resultando em alterações nos polígonos
do mapa de 1993. Abra
o arquivo (PDF) na íntegra abaixo.