INSTITUTO BUZIOS
INSTITUIÇÃO  |   AGENDA    |   BOLETIM   |   GALERIAS   |   IMAGENS   |   PERSONALIDADES  |   FALE CONOSCO







MENU
Movimento Negro
Movimento de Mulheres
Meio Ambiente
 
 
MÍDIA NEGRA E FEMINISTA
INFORME Nº 82 JANEIRO 2012
A tragédia humanitária do maior grupo indígena do Brasil
Foto: Filipe Redondo
A expectativa de vida do maior grupo indígena do país é de 45 anos, só comparável à do Afeganistão. Na margem da BR-463, entre Dourados e Ponta Porã, no sul do Mato Grosso do Sul, a indiazinha Sandriele, de 2 anos de idade, passa o dia inteiro deitada num colchão velho e apodrecido sob a lona de uma barraca escaldante. O acampamento chama Apikay. Com uma dúzia de barracos parecidos, fica na estreita faixa que separa a cerca de um canavial do acostamento da rodovia. A família inteira de Sandriele vive há oito anos ali, sustentada pelas cestas básicas doadas pelo governo. Ameaças, tiros, espancamentos e assassinatos são apenas uma das manifestações do estado precário em que vivem os índios da etnia guarani-caiová. Espalhada por Dourados e pouco mais de 20 municípios ao redor, trata-se da maior população indígena do país, entre as 220 etnias conhecidas.  São 45 mil pessoas instaladas na periferia das cidades médias, em alguns fundões de fazendas produtoras de soja ou cana, em barracas de lona improvisadas em beiras de rodovia e em várias pequenas áreas demarcadas como ilhas que, somadas, totalizam 42.000 hectares. Os indicadores sociais e de violência dessa população, reunidos pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi), ligado à Igreja Católica, são os seguintes: com a segunda maior população indígena do país, Mato Grosso do Sul é o Estado líder em assassinato de índios. Ganha da soma de todos os outros juntos; entre os guaranis-caiovás há um absurdo índice de suicídios. Entre 2003 e 2010, 83% dos suicídios de indígenas foram cometidos por indivíduos desse grupo (176 casos, ante os 30 no resto do Brasil);  a fome ainda assombra os guaranis-caiovás. Em 2005, houve um surto de mortes de crianças por desnutrição. Agora, a carência é mascarada pela distribuição de cestas básicas pelo governo. A Funai estima que 80% dos guaranis-caiovás dependem delas para sobreviver. A mortalidade infantil é de 38 óbitos para cada 1.000 nascimentos, ante a média de 25 no resto do Brasil. Tudo somado, a expectativa de vida de um guarani-caiová é de 45 anos, ante 73 dos brasileiros em geral. Leia a matéria na íntegra. Fonte: Ricardo Mendonça e Mariana Sanches, Época.

Fórum Social Temático 2012 - Crise capitalista, Justiça social e ambiental

O Fórum Social Temático (FST) se inscreve no processo do Fórum Social Mundial e será uma etapa preparatória a Cúpula dos Povos na Rio+20. O evento acontecerá do dia 24 a 29 de janeiro de 2012 e será sediado por Porto Alegre e cidades da região Metropolitana – Gravataí, Canoas, São Leopoldo, e Novo Hamburgo. Como um espaço aberto e plural, a programação do Fórum será fundamentalmente constituída por atividades propostas e geridas por movimentos, coletivos e organizações da sociedade civil, relacionadas ao tema “Crise Capitalista, Justiça Social e Ambiental”. Além disso, o Fórum acolherá também o encontro de redes internacionais, articuladas em torno de Grupos Temáticos de reflexão sobre assuntos pertinentes ao Fórum. O diálogo no âmbito dos grupos já está em andamento, na plataforma de Diálogos do Fórum Social Temático. Leia o documento na íntegra. Luciene Lacerda.

Carlos Cavalheiro: Igualdade Racial ou Equidade Étnica?

“A discussão é interessante. Há tempos não me envolvia em tais polêmicas. Um pouco pela maturidade e o reconhecimento de que nem todas as batalhas valem a pena. No entanto, creio que essa discussão conceitual seja imprescindível. Primeiro, porque ajusta e sincroniza os objetivos que temos - independentes da nossa cor de pele ou da nossa origem - na construção de uma sociedade realmente igualitária em direitos e oportunidades. Segundo, porque abre precedente para outras discussões e esclarece alguns fatos que, no meu entender, são equívocos do movimento chamado de "igualdade racial". Aprofudando um pouco mais a discussão, vejo um pequeno desajuste no termo "igualdade", quando se pretende que todos tenham as mesmas oportunidades e direitos. Isso porque toda uma gama de legislação já prevê e reguarda essa igualdade. Ora, a igualdade já está prevista em lei. A discriminação - o racismo em si - é punido e combatido legalmente. O que falta para a efetivação da igualdade? Na minha modesta opinião, o que falta é a aplicação da lei com equidade”. Leia o artigo na íntegra. Fonte: Carlos Cavalheiro | Spartacus.

Entrevista: Eduardo de Assis Duarte, organizador da Antologia Crítica Literatura e Afrodescendência no Brasil

A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em parceria com a Secretaria de Promoção da Igualdade Racial – Sepromi e a Fundação Pedro Calmon/ SecultBA promoveram no dia 14/12 o lançamento em Salvador da coletânea Literatura e afrodescendência no Brasil: antologia crítica. O evento foi iniciado com uma homenagem ao Mestre Didi, pela sua contribuição para a cultura afro-brasileira e finalizou com um recital poético do Bando de Teatro Olodum. Uma coleção foi doada ao Instituto Búzios como uma das entidades selecionadas para receber a obra. “A literatura afro-brasileira é um conceito em construção”, afirmou o professor Eduardo de Assis Duarte, da Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), onde coordena o grupo de pesquisa “Afrodescendências na Literatura Brasileira”. Contribuição significativa para o edifício deste conceito, a coleção “Literatura e afrodescendência no Brasil: antologia crítica”, organizada por ele, reúne, em quatro volumes, uma série de ensaios e referências biográficas e bibliográficas sobre cem escritores, dos tempos coloniais até hoje. Fruto da colaboração de 61 pesquisadores de 21 universidade brasileiras e seis estrangeiras, a coletânea procura organizar a ainda dispersa reflexão acadêmica atual sobre o tema, num percurso histórico que vai de clássicos (Machado de Assis, Lima Barreto, Cruz e Sousa) a contemporâneos (Nei Lopes, Paulo Lins, Ana Maria Gonçalves), passando por nomes importantes esquecidos (Maria Firmina dos Reis, José do Nascimento Moraes). O trabalho do projeto pode ser acompanhado no site <http://www.letras.ufmg.br/literafro/>. Leia a entrevista na íntegra. Fonte: Guilherme Freitas | Racismo Ambiental.

Paulo César Pereira de Oliveira: Povos Tradicionais de Matriz Africana

Texto apresentado no seminário da Seppir, dias 14 e 15 de dezembro de 2011. “Neste texto buscamos levantar elementos para a conceituação dos aspectos mais significativos que envolvem o que conhecemos como Povos Tradicionais de Matriz Africana. Em meio à complexidade que emerge desse universo, e na impossibilidade de nomear e classificar sua totalidade, ressaltamos as questões do território e da identidade como bases para uma reflexão inicial que pretende ser aprofundada em outros momentos. No contexto da diáspora, durante e após a vigência do escravismo, no Brasil e em outros países colonizados que se utilizaram desse sistema hediondo de trabalho como forma de dominação, a territorialização, em seu sentido amplo, foi condição necessária para a manutenção de fundamentos identitários do povo negro e, da mesma forma, esses fundamentos possibilitaram a criação de territórios negros na amplitude do termo e dos seus significados. O reconhecimento dessa relação na forma de ação mútua já se situa em uma lógica mais próxima das concepções filosóficas africanas, que não se fundam na dualidade nem na separação mecânica própria da cultura ocidental”. Leia o artigo na íntegra. Fonte: Paulo César Pereira de Oliveira | Almanakut Brasil.

Políticas para a igualdade sem Orçamento é papo sem fundamento!

Há mais de uma década, o Orçamento público vem sendo monitorado pelo movimento feminista que fundamenta esse esforço na convicção de que os recursos orçamentários devem priorizar o enfrentamento de desigualdades. Buscamos identificar recursos voltados para a melhoria das condições de vida de mulheres na sua pluralidade — lésbicas, negras, quilombolas, indígenas, do campo, da cidade etc — levando em conta os compromissos governamentais com o II Plano Nacional de Política para Mulheres (PNPM). Também é digna de nota a redução do orçamento da Secretaria de Políticas para as Mulheres e da Secretaria de Promoção de Políticas para a Igualdade Racial (Seppir). Estes dois órgãos têm por missão transversalizar os temas de raça e gênero em todo o governo federal e, para tanto, precisam estar munidos de recursos materiais e políticos. Ainda assim, o projeto de lei orçamentária para 2012 enviado pelo Poder Executivo ao Congresso, quando comparado ao Orçamento de 2011, diminuiu em 31,3% os recursos da SPM e em 67% os recursos da Seppir. Leia a matéria completa. Ana Cláudia Pereira e Guacira César | Jornal do Brasil.

O que tenho a ver com isso? Uma perspectiva juvenil sobre as ações afirmativas

As ações afirmativas são medidas de promoção da igualdade que permitem re-equacionar as desigualdades existentes no acesso aos direitos. São ações que visam corrigir de maneira imediata distorções que ainda não foram superadas, ou continuam a ser reproduzidas, pelas políticas universais – também denominadas “políticas para todos”. Há um certo consenso da existência da desigualdade entre negros e brancos, homens e mulheres, sobretudo quando nos deparamos com os números que comprovam essa realidade. Mais difícil, entretanto, é a produção de um consenso sobre as ações afirmativas e a possibilidade de mensurar e medir o seu impacto na vida dos beneficiários dessas iniciativas, com suas diferentes aspirações e graus de conhecimento sobre essas políticas de inclusão. Nesse contexto ainda polêmico, temos que nos perguntar como os jovens, que são um dos principais beneficiários das políticas de ação afirmativa, percebem, avaliam e enxergam os efeitos das ações afirmativas? Leia na íntegra o artigo de Mafoane Odara. Fonte: Ivair Augusto Alves dos Santos.

Especial: Depoimento dos Quilombolas do Rio do Macaco sobre as violências da Marinha

Canudos é aqui, entre Salvador e Simões Filho, na Baía de Aratu. Este filme mostra que a Marinha do Brasil deflagrou nesta região guerra a um grupo de famílias negras descendentes de escravos que vivem ali desde antes da chegada dos militares. Hoje constituem mais de 50 famílias reconhecida pela Fundação Cultural Palmares como remanescentes de quilombo, embora muitas tenham se deixado expulsar. Veja o vídeo postado por Tânia Pacheco. Fonte: Maria de Jesus | Racismo Ambiental.

Site do Geemaa disponibiliza conteúdos sobre ações afirmativas no Brasil e no mundo

Está no ar o novo site do Grupo de Estudos Multidisciplinares da Ação Afirmativa (Gemaa), que é vinculado ao Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Iesp-Uerj). Com layout e funcionalidade reformulados, a página oferece conteúdo sobre as políticas de ação afirmativa no Brasil e no mundo. O objetivo é servir como fonte de consulta permanente sobre as características dessa modalidade de política pública, bem como sobre seus fundamentos. Acesse o site do Gemaa. Fonte: Seppir.

Guia de orientação das Nações Unidas no Brasil para denúncias de discriminação étnico-racial

O “Guia de orientação das Nações Unidas no Brasil para denúncias de discriminação étnico-racial” é uma publicação, de linguagem simples e pretende orientar o cidadão e a cidadã na busca dos seus direitos em casos de discriminação étnica e racial sofridas noBrasil, fortalecendo, assim, os canais de comunicação entre o Sistema ONU e a sociedade civil. Organizado em cinco capítulos, o Guia apresenta abordagem introdutória e abrangente do conjunto de instrumentos e mecanismos internacionais e nacionais existentes para cada cidadão e cidadã no tema da violação dos direitos à igualdade étnico-racial. Com informações que compreendem desde o marco legal brasileiro e internacional, no âmbito dessa temática, até endereços de órgãos de atendimento à população nos estados e nas capitais, o Guia reúne, entre outras coisas, orientações sobre como apresentar denúncias de discriminação e racismo no sistema interamericano. Acesse a publicação para consulta e download. Fonte: Informativo Mulher Negra.

Baía do Iguape em busca da atenção merecida

O artigo de Francisca Santos de Aragão e Rogério Mucugê Miranda, visa resgatar o processo de desagregação social, econômico e ambiental, que tem gerado impacto nas atividades produtivas locais, fome e pobreza e a consequente desterritorialização e re-territorialização na Baía do Iguape, de 1970 até os dias atuais. O trabalho está assim organizado: inicialmente mostra o processo histórico de fixação de comunidades e atividades que vão configurar o território local; em seguida, discute os impactos causados pelo emprego de capitais em empreendimentos governamentais e privados, no âmbito da agricultura, do extrativismo, do setor de geração de energia e da indústria naval, que resultam na desagregação e desterritorialização, confrontada pela sociedade civil que se organiza para reterritorializar-se. Conclui que, no Iguape, o desafio da reterritorialização está sendo aceito e que é evidente a conscientização pela busca da atenção merecida, expressa por meio da vocalização das demandas pelas comunidades (locais, técnicas e organizacionais) para a manutenção do seu território. Leia o artigo na íntegra. Fonte: Rogério Mucugê.

Instituto Mídia Étnica lança a campanha “Contrarie as Estatísticas”

Apresentar ao jovem negro e negra de periferia que outro caminho é possível diferente daqueles apontados por estatísticas e indicadores sociais, é o principal objetivo da campanha “Contrarie as Estatísticas”, lançada nesta semana pelo Instituto Mídia Étnica/Correio Nagô. A iniciativa da organização, criada há seis anos e formada por jovens comunicadores, surgiu após a divulgação dos últimos indicadores sociais que apontam o alto de risco de vulnerabilidades e desigualdades aos quais a juventude negra brasileira está exposta, a exemplo, do aumento da taxa de homicídios, analfabetismo, gravidez na adolescência, pobreza, entre outros. Leia a matéria completa. Fonte: Juliana Dias, Correio Nagô.

Baobá – Fundo para a Equidade Racial é lançado em Brasília

O Baobá – Fundo para a Equidade Racial, foi lançado no dia 05/12/2011 em solenidade no Museu Nacional, em Brasília. Trata-se de uma associação sem fins lucrativos, por meio da qual serão mobilizados recursos para apoiar organizações que promovam a causa, com ênfase na inclusão das populações afrodescendentes. A captação de recursos será uma das principais metas do Baobá, uma vez que a Fundação Kellogg está comprometida a doar R$1 para cada R$1 mobilizado pelo fundo junto a indivíduos e empresas no Brasil e no exterior, até o limite máximo de US$25 milhões. As doações podem ser feitas por indivíduos, agências de cooperação e de desenvolvimento internacional, empresas brasileiras e estrangeiras. A meta é mobilizar US$25 milhões em cinco anos. O Baobá, já conta com o apoio da Fundação Ford, que deverá captar R$1 para cada R$1 doado pela Kellogg. No entendimento da ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Luiza Bairros, pelo ineditismo e em função das características da organização, o Baobá marca um ponto de inflexão no que se refere aos instrumentos e mecanismos de promoção da igualdade racial no Brasil. Segundo a titular da Seppir, o fundo fará a diferença no contexto atual da luta contra as desigualdades raciais, atuando em três áreas: na produção de informações baseadas em pesquisas de opinião; no âmbito da comunicação, a partir do estímulo à reversão da representação negativa da pessoa negra; e na captação de recursos. O fundo objetiva apoiar o desenvolvimento institucional e maior efetividade política das organizações de defesa de direitos afro-brasileiras, por meio da capacitação de suas lideranças e da melhoria da capacidade gerencial destas organizações, por um lado, e produzindo, organizando e disseminando conhecimento e informações pró-equidade racial que possam empoderá-las. Leia a matéria na íntegra. Rosana Fernandes. Fonte: Seppir.

Aborto legalizado ainda é difícil para vítimas de abuso sexual

O acesso ao aborto legalizado ainda é complicado para as vítimas de violência sexual, embora esteja previsto em lei, desde 1940, nos casos de estupro e risco de vida para a gestante. Muitos profissionais de saúde ainda pensam que é preciso de um alvará judicial, quando é necessário apenas o consentimento da mulher, o boletim de ocorrência e o laudo de três médicos. Segundo a advogada Flávia Piva Almeida Leite, doutora em Direito pela PUC-São Paulo e professora das faculdades FMU, UMC e Unip, muitos hospitais oferecem o atendimento para as vítimas de abuso sexual, mas se recusam a fazer o aborto, por convicções religiosas ou falta de informação. Leia a matéria completa. Fonte: Childhood do Brasil | CCR.

Legalização do aborto agita debate na 3ª Conferência Nacional de Política para as Mulheres

A legalização do aborto esquentou os ânimos na 3ª Conferência Nacional de Política para as Mulheres. Depois de muito protesto e barulho, a maioria das representantes dos movimentos feministas decidiu incluir o tema no documento final do encontro. Em uma primeira votação, as participantes aprovaram proposta que pedia a “descriminalização do aborto e o atendimento humanizado na Rede de Saúde Pública do Sistema Único de Saúde (SUS). A coordenadora da mesa, Rosana Ramos, teve de convocar a votação da proposta por duas vezes por causa da discussão em torno do tema. Na segunda votação, a maioria aprovou a proposta com o item sobre a legalização do aborto. Leia a matéria completa. Leia Também a entrevista de Telia Negrão: Não será fácil recolocar o aborto na agenda política. Fonte: Carolina Pimentel, Agência Brasil | Vivian Virissimo, Sul21.

Pelo mundo – atrocidades contra as mulheres

Marido corta dedos de esposa ‘que queria estudar’ - A polícia de Bangladesh afirmou que um homem teria cortado os dedos da mão direita de sua esposa depois de descobrir que ela estava estudando sem a permissão dele. A polícia afirma que Rafiqul Islam amarrou a esposa, tapou sua boca com fita adesiva e cortou os cinco dedos de sua mão. Leia a matéria completa.
Clube de mulheres na Malásia prega submissão incondicional aos homens – Clube polêmico na Malásia prega em livro a submissão, principalmente sexual, das mulheres As mulheres aprendem que elas não devem se comportar como prostitutas. Elas têm de ser melhores. "A mulher tem de servir ao marido melhor do que uma garota de programa de luxo. Ela tem de ser submetida aos desejos dele e satisfazê-lo sem cobrar nada", afirma Fauziah Ariffin à Folha. Leia a matéria completa.
Uma em cinco americanas foi vítima de abuso sexual – Um vasto estudo do governo americano sobre estupro e violência doméstica divulgado nesta quarta-feira revela um número impressionante de mulheres que dizem ter sido violentadas nos Estados Unidos. Cerca de uma em cada cinco mulheres, ou 20% das entrevistadas, diz ter sido estuprada, ou sofrido tentativa de estupro, em algum momento de sua vida. Uma em quatro já apanhou do parceiro, e uma em seis foi perseguida por algum homem, segundo o documento. Leia a matéria completa. Fonte: Agência Patricia Galvão.

Ativistas LGBT defendem texto original de projeto de lei que criminaliza homofobia

Depois de quatro dias de palestras, discussões e troca de informações, ativistas destacam resultados da 2ª Conferência Nacional LGBT, realizada no mês passado, em Brasília, ressaltando a necessidade de se avançar nas políticas públicas para o exercício pleno da cidadania dessa parcela da sociedade. Em várias mesas de discussão os ativistas cobraram que o texto do Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122, que combate a homofobia, volte ao original já que o atual deixa muitas questões em aberto. “A nova versão não deixa claro que os atos de homofobia são tipificados no Código Penal. Os movimentos entendem que o substitutivo é genérico e cria dificuldade para os juízes interpretarem os casos de homofobia como crimes”, diz Gustavo Bernardes, coordenador-geral dos Direitos LGBT da Secretaria Nacional de Direitos Humanos. Leia a matéria completa. Fonte: Rede Brasil Atual.

Lançado o Radar Rio+20

Destinado aos profissionais de mídia, o livreto aborda os dois temas centrais que estarão em debate na Rio+20, Economia Verde e Governança, e traz um panorama histórico dos debates sobre Desenvolvimento Sustentável na ONU. A publicação está disponível para download no site: www.radarrio20.org.br.

“Convite aceito sobre uma verdadeira impostura”, por Alexandre Araújo Costa

Espero, ao final, não convencer em função do argumento de autoridade, mas para fazer um paralelo ao texto do colega Oswaldo Sevá e tendo aceito o “convite à polêmica”, esclareço que sou físico de formação, com 11 anos de doutorado em Ciências Atmosféricas, com publicações relevantes e atuação concreta na área. Integro o Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas (PBMC), o que para mim é motivo de orgulho, mas também de muito trabalho, completamente voluntário. Respeito a figura de Oswaldo, que tem geralmente expressado posições com as quais concordo bastante, como é o caso do debate que ele faz sobre Belo Monte e as grandes barragens, mas terei de criticá-lo, até com dureza, sobre o que ele expressou no texto em questão. Tenho me preocupado muito com os ataques feitos recentemente à Ciência do Clima, pois estas tem, como o próprio Oswaldo admite, construído um amálgama estranho que reúne o Tea Party, a indústria petroquímica e pessoas que parecem acreditar numa grande conspiração imperialista para, ao impedir que queimem suas reservas de combustíveis fósseis, a periferia do capitalismo se “desenvolva”, o que, com o perdão da palavra, já é per si uma visão absolutamente tacanha de “desenvolvimento”. Leia o artigo na íntegra. Luciene Lacerda. Fonte: Racismo Ambiental.

Cartilha contra racismo disponível no site da OAB/RJ

Está disponível para consulta e download a cartilha Direitos Afro-brasileiros, lançada no início de dezembro pela Comissão de Igualdade Racial da OAB/RJ lançou. O livreto, um instrumento de estudo para advogados e militantes do movimento contra o racismo, contém trechos de documentos internacionais e nacionais que tratam da questão, além de legislação sobre o tema. “Este trabalho é mais uma arma para ajudar a promover a igualdade racial. Nele estão contidas informações sobre a luta do nosso povo ao longo da história”, disse o presidente da comissão, Marcelo Dias, na abertura do evento. Faça o download da Cartilha. Fonte: Sergio J Dias, Pelenegra | Tribuna do Advogado.

Fundos e documentos relativos a países da CPLP

A divulgação do património arquivístico comum com os países da CPLP é um objetivo estratégico da Direção-Geral de Arquivos que se insere na afirmação da importância da Língua Portuguesa como instrumento de identidade de Portugal no mundo. O trabalho torna acessível documentos relativos ao patrimonio arquivistico e fotografico comum aos paises da Comunidade dos Paises de Lingua Portuguesa (CPLP), pesquisaveis nas bases de dados online da Direcao-Geral de Arquivos (Arquivo Nacional da Torre do Tombo e Centro Portugues de Fotografia). Apresenta, por ordem alfabética, os ficheiros temáticos sobre Angola, Brasil e Cabo Verde. Num futuro próximo seguir-se-ão Guiné-Bissau, Moçambique, S. Tomé e Príncipe e Timor-Leste. Acesse o site da Direção Geral de Arquivos. Fonte: Lilian Almeida e Jorge Luís Rodrigues dos Santos.

Herança Africana ganha circuito histórico e arqueológico no Rio de Janeiro

O Rio de Janeiro ganhou o Circuito Histórico e Arqueológico de Celebração da Herança Africana, criado através do decreto municipal n.º 34803, de 29 de novembro deste ano. O mesmo documento regulamenta o Grupo de Trabalho Curatorial do Projeto Urbanístico, Arquitetônico e Museológico do circuito. O trajeto inclui o Centro Cultura José Bonifácio; o Cemitério dos Pretos Novos (Instituto Pretos Novos); o Cais do Valongo e da Imperatriz; o Jardins do Valongo; o Largo do Depósito; e a Pedra do Sal, todos, espaços ligados à história e cultura afro-brasileira. O Cais do Valongo, onde acredita-se tenham desembarcado mais de um milhão de pessoas, foi descoberto nas escavações de drenagem portuária feitas pela prefeitura do Rio de Janeiro, na Avenida Barão de Tefé. No local, foram encontrados vestígios do maior porto de chegada de escravos do mundo, a exemplo de objetos utilizados pelos escravos no século XIX, tais como, botões produzidos a partir de ossos bovinos, cachimbo de cerâmica e búzios utilizados em atividades religiosas. Fonte: Seppir.

Revista "Mundo Afora – Políticas de Inclusão de Afrodescendentes"

O Itamaraty está lançando publicação intitulada “Mundo Afora – Políticas de inclusão de afrodescendentes”, com artigos sobre as políticas de inclusão de afrodescendentes implementadas em quinze países. Trata-se da oitava edição da série “Mundo Afora”, publicação criada com o objetivo de reunir informações a respeito de políticas públicas e privadas de outros países sobre temas de seu interesse, que possam contribuir para o debate desses temas no Brasil. A revista é distribuída gratuitamente a órgãos governamentais das esferas federal, estadual e municipal, a instituições de ensino, à imprensa e a organizações não-governamentais. Interessados em receber um exemplar da publicação podem contatar a Coordenação de Divulgação do Departamento Cultural, pelo e-mail: divulg@itamaraty.gov.br. Ivair Augusto Alves dos Santos.

Fundo Brasil lança Edital 2012

O Edital 2012 de seleção de projetos do Fundo Brasil receberá inscrições somente por correio até o dia 27 de fevereiro de 2012. As propostas devem ter como foco a defesa e promoção dos direitos humanos sob a perspectiva de combate à discriminação e à violência institucional, essa última entendida como qualquer forma de violação a direitos humanos promovida por instituições oficiais e/ou suas delegações. Mais informações no site www.fundodireitoshumanos.org.br. Fonte: Augusto Santiago, CESE.

BNDES divulga cronograma para seleção de projetos para patrocínio em 2012

O BNDES adotou um novo sistema para recebimento de solicitações de patrocínio a publicações, eventos culturais e técnicos cuja realização esteja programada para o ano de 2012. Para os projetos que se iniciam entre os meses de junho e agosto, as inscrições poderão ser realizadas de 1º de fevereiro a 15 de março. Eventos e publicações realizados de setembro a novembro terão inscrições no período de 1º de maio a 15 de junho. As informações sobre a política de patrocínio do BNDES estão disponíveis no link. Fonte: Agenda Familiá.

EXPEDIENTE

INSTITUTO BÚZIOS INFORME
Boletim Eletrônico Nacional
Periodicidade: Mensal
EDITOR
Valdisio Fernandes
EQUIPE
Aderaldo Gil, Arlene Malta, Atillas Lopes, Ciro Fernandes, Debora Anjos, Enoque Matos, Eva Bahia, Evani Silva, Gil Nunes, Guilherme Silva, Isa Araújo, Juciene Santos, Kenia Silva, Lidianny Fonteles, Luciene Lacerda, Luiz Felipe de Carvalho, Marcele do Valle, Marcos Mendes, Mariana Reis, Ronaldo Oliveira, Silvanei Oliveira, Tiago Paixão, Tom França.
COLABORADORES
Alberico Manoel, Antonio Ribeiro, Egidio Levi, Elenice Semini, Laudiceia Gomes, Milena Brasil,Washington Dias.
Contato
buzios@institutobuzios.org.br
 
INSTITUIÇÃO  |   AGENDA    |   BOLETIM   |   GALERIAS   |   IMAGENS   |   PROJETOS  |   FALE CONOSCO
Rua Professor Isaias Alves de Almeida 222, Ed. Chapada dos Guimarães, Sala-34B - Costa Azul / CEP: 41.760-120 / SalvadorBa Tels: (71) 9102-3139 - 3342-4707
This site is copyright © 2004 Instituto Búzios
By Designer Charles Santana 2009. Instituto Buzios